O governador da Paraíba, Ricardo Coutinho, anunciou nesta sexta-feira (07) que permanece no Governo. Antes de anunciar a decisão, Ricardo fez um pequeno relato de sua trajetória na política e falou de “varias caminhadas”.

“Caminhada que foi feita, que não foi qualquer uma. A Paraíba hoje é completamente diferente quando começou esse governo, nas estatísticas de crescimento, no avanço de uma construção de algo que pudesse apresentar algo para a sociedade. Constrói grandes plenárias para definir sua política administrativa”.

“Avançamos muito em realizações em todas as áreas. Nas escolas públicas, que nos orgulha, não aqueles pequenos em anseios. A caminhada olha para pequenos municípios, coisa que nunca foi feita pelo poder eleitoral. Esses municípios sempre foram encarados como não decisivos para o resultado das eleições, por isso, sempre foram esquecidos. Nunca olhamos para isso”.

 

“Na Paraíba não há mais isolamento, porque todas as estradas ligam a todos os municípios, chegamos a todas as cidades por meio de estradas asfaltadas. Inauguração de obras se tornou um cotidiano na Paraíba”, apontou o governador.

“Rumo para que muitas pessoas que constroem esse governo. Sou uma pessoa leal, eu expresso minhas opiniões, minhas crenças. Sempre mostro quem eu sou, mostro o valor da lealdade. Busco levar em conta todo esse trabalho junto com todos os companheiros, deputados, deputadas, prefeitos, vereadores, que sempre estão do nosso lado. Tenho que levar em consideração o estágio político atual.”

A tudo isso, Ricardo Coutinho chamou de projeto, trabalhado no dia a dia. “Queria ter a confiança que esse projeto fosse inatacável. Essa percepção que a ninguém que se utilizou desse projeto de estar ao nosso lado, a ninguém se daria o direito de achar que a Paraíba teria um novo governo. O governo é esse”.

A lealdade na política é fundamental, se compreender quando você tem determinada posição é preciso respeitá-la em detrimento de desejos pessoais. “Eu já tive até mais do que merecesse ou imaginasse, desde quando era vereador. Talvez não me achasse à altura para tudo isso. Eu sou militante, ter 10 mandatos ou um, mas continuo sendo um militante, queiram ou não, com lealdade”.

“A melhor movimentação é permanecer no Governo”, enfatizou Ricardo.

Ricardo ainda defendeu o ex-presidente Lula e disse que ele, como a maior liderança que não pode ser destruída, tem que ser vencida de forma democrática. “O País atravessa um momento mais do que delicado expressa na intolerância”. Ele informou que uma militante de movimentos sociais foi atingida por um tiro durante uma ação.

Fábio Cardoso

 

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