Paraíba

‘Voluntários da Justiça’: programa do TJPB incentiva ações solidárias ao jurisdicionado

No dia Nacional do Voluntariado, que é comemorado nesta segunda-feira (28), conheça o programa ‘Voluntários da Justiça’ do Tribunal de Justiça da Paraíba. A iniciativa é desenvolvida pela Diretoria de Gestão de Pessoas (Digep), por meio da Gerência de Desenvolvimento, Controle e Acompanhamento (Geaco). O projeto ressalta a importância do trabalho de pessoas que doam seu tempo, energia e talento, de maneira espontânea e não remunerada em prol de causas sociais, motivadas por valores de participação e solidariedade.

O serviço voluntário foi instituído no âmbito do Poder Judiciário da Paraíba por meio das Resoluções TJPB nº 15/2015 e do Conselho Nacional de Justiça nº 292/2019, as quais objetivam a prestação de atividades espontâneas, sem vínculo empregatício e sem encargos trabalhistas, por pessoa física com idade superior a 18 anos e que pertença, preferencialmente, a uma das seguintes categorias: magistrado aposentado; servidor público aposentado; e estudante ou graduado em curso superior.

O Diretor da Digep, Einstein Roosevelt Leite, ressaltou que o objetivo da diretoria é avançar junto à sociedade, implementando melhorias e novas perspectivas em seu trabalho. “Dessa forma, o programa de serviço voluntário busca uma colaboração atuante entre seus integrantes e a comunidade, com o intuito de compreender as demandas, facilitando o desenvolvimento dos processos de trabalho com otimização”, pontuou Einstein Leite.

A Gerente de Desenvolvimento, Controle e Acompanhamento (Geaco), Flávia Ribeiro Mafra, explicou que no âmbito organizacional, várias são as interações da área de gestão de pessoas com o meio social no qual está inserida. “Nesse sentido, a unidade presta atendimento e suporte aos colaboradores do Poder Judiciário, juízes, servidores, estagiários e voluntários, que por sua vez desenvolvem e executam o trabalho que é diretamente entregue ao jurisdicionado”, ressaltou.

Ela evidenciou, também, que o serviço voluntário deve ser realizado por meio de atividades e tarefas relacionadas às áreas de interesse do voluntário e compatíveis com o conhecimento e experiências profissionais. “Aos interessados em participar do projeto é necessário que se dirijam aos fóruns para verificar a necessidade do serviço nas unidades judiciárias, havendo demanda, os magistrados, gerentes ou diretores devem indicar os futuros voluntários”, reforçou Flávia Ribeiro Mafra.

O voluntário e ex-estagiário do TJPB, Abner Thadeu, que é graduado em direito, relatou a sua experiência enriquecedora e positiva, indicando, assim, aos interessados em participar, que devem se colocar à disposição do Poder Judiciário estadual. Segundo explicou, a vivência proporcionou uma identificação com a carreira da magistratura, motivo pelo qual retornou como voluntário, na condição de bacharel, a fim de aperfeiçoar suas habilidades e conhecimentos necessários à atividade judicante.

Fórum de Bayeux

“Do ponto de vista pessoal, o estágio e o voluntariado me proporcionam o constante desenvolvimento do raciocínio e expressão de ideias. Encontrei nesta experiência um verdadeiro ambiente propício ao desenvolvimento pessoal, poder estar próximo de pessoas inspiradoras, com as quais trabalho na 8ª vara cível. Faço menção honrosa à juíza Renata Câmara, bem como, às assessoras Dinah, Leyla e Juliana por toda atenção e acolhimento que sempre dispensaram àqueles com quem trabalham, são pessoas que potencializam e acreditam no meu trabalho desde a experiência do estágio e isso não tem preço”, salientou Abner Thadeu.

As rotinas do projeto são desenvolvidas pela Coordenadoria do Serviço Voluntário na Gerência de Desenvolvimento, Controle e Acompanhamento (Geaco) – unidade vinculada à Diretoria de Gestão de Pessoas (Digep).

Por Jessica Farias e Maria Luiza Bittencourt (estagiárias)